O diretor de Sanidade Vegetal do Ministério da Agricultura, Carlos Goulart, disse nesta segunda-feira, 5, que o processo de registro de defensivos é extremamente cuidadoso no Brasil. “São três ‘sins’. Se o produto não tiver sim do Ibama, sim da Anvisa, e sim do Mapa, ele não é registrado. Dois sins e um não, o produto é indeferido”.

O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, João Martins, e diretores do Sistema CNA/Senar se reuniram com o ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, na quarta (17), para um diálogo sobre as oportunidades de abertura de novos mercados internacionais para os produtos do agro e para consolidar o intercâmbio comercial já existente.

Logo após finalizar o seu processo de fusão com a Arysta LifeScience Inc, a UPL Limited lançou o seu conceito de “OpenAg”, um novo objetivo da empresa que irá trabalhar por uma agricultura mais moderna, colaborativa e aberta a inovações, tanto nos produtos, como também nas tecnologias. De acordo com Jai Shroff, Diretor-Geral Global da UPL, a companhia é, agora, líder global em soluções agrícolas.

O ano de 2018 foi muito positivo para o agro negócio brasileiro, em especial no que diz respeito as exportações de soja. O principal motivador desse sucesso foi a guerra comercial entre a China e os Estados Unidos que elevou a demanda pelos produtos brasileiros.

“O Brasil é um grande exportador de soja. Como aconteceu esse problema com os chineses que taxaram as importações americanas, evidentemente, o Brasil teve a primazia de exportar mais para a China. Já exportava e muito e exportou mais ainda. No início do ano existia a previsão de exportar 72 milhões de toneladas e vamos exportar no fechamento do ano 82,5 milhões”, diz Sérgio Mendes, diretor geral da Anec (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais).

Todo ano cerca de 400 mil agricultores familiares são atendidos pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG). Em 70 anos de atuação, a empresa tem contribuído para o desenvolvimento sustentável da agropecuária mineira. E os resultados têm sido a geração de renda para os agricultores, melhorias na gestão das propriedades, produção de alimentos de qualidade e preservação ambiental.

Com até três vezes mais licopeno, substância que combate os radicais livres que provocam o envelhecimento precoce e outras doenças, variedade também ganha em produtividade

Se o Brasil saiu da recessão – e se ela não foi ainda mais severa –, deve agradecer ao universo do agronegócio e a todos os “astros” que nele orbitam. Desse universo fazem parte os grandes produtores de insumos, grãos, carne, frutas, energia; os pesquisadores que criam sementes, defensivos e processos cada vez mais eficientes; e as jovens e criativas mentes por trás de startups capazes de mudar o mundo com a ajuda da tecnologia. 

O agronegócio hoje é resultado de muita ciência e tecnologia. Sem conhecimento não se faz nada na agropecuária, ou pelo menos não existe futuro para quem não aplica as melhores práticas no campo. Nesse sentido, a rede de comerciantes e a rede de revendas rurais têm hoje no país uma missão especial: a de serem os principais agentes de difusão da tecnologia, afinal, para vender no campo não basta ‘apenas vender’, precisa entregar, educar, ensinar a usar e aplicar o conhecimento.

No Brasil, dez mil produtores cultivam hortaliças, como alface, tomate, cebola, pimentão, pepino, entre outras, em uma área total de 800 mil hectares, o que equivale a propriedades com média de 80 hectares. Apesar de extremamente pulverizado entre pequenos produtores rurais, o setor movimenta R$ 17 bilhões anualmente.

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